F.A.F - FEDERAÇÃO ANGOLANA DE FUTEBOL

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Novo seleccionador dos Palancas estreia-se com empate

Com sinais visíveis de melhoria no conjunto angolano, o novo seleccionador dos “Palancas Negras”, Manuel José, estreou-se hoje, no Estádio José Gomes, na Reboleira (Lisboa), com empate a zero golo, frente à Guiné Conacry, em partida amigável na rota do CAN’2010, a disputar-se no país em Janeiro.

A equipa angolana entrou segura no jogo, sem o receio que tem sido habitual nos últimos cinco desafios particulares, mas essa postura durou apenas 15 minutos, já que depois disso os comandados do português Manuel José começaram a sentir dificuldades, sobretudo com cedência do meio campo para o adversário.

Com um esquema 3X5X2, os Palancas Negras dominaram o primeiro quarto de hora, altura em que Flávio Amado e o seu companheiro de ataque, Manucho Gonçalves poderiam ter inaugurado o marcador. Primeiro, aos seis minutos, o avançado do

Hull City da Inglaterra teve pouco discernimento no momento do remate, após assistência de Flávio. Nessa jogada, Manucho “ignorou” Flávio, que se encontrava em melhor posição para facturar, mas a sua decisão foi menos objectiva e atirou ao lado da baliza defendida Camara Kemoko.

Na resposta, os guineenses chegaram à área angolana mas sem perigo, ante a segurança do sector defensivo, onde Lamá, nos postes, e os centrais estiveram em evidência, anulando jogadas perigosas, produzidas principalmente por Pascal Feindouno. O empate prevaleceu até ao intervalo.

Na segunda parte, quer Manuel José quer o seu homólogo guineense Titi Camara apostaram na frescura fisica do esquema montado na etapa anterior. O lateral direito Marco Airosa deixou lugar para Manuel Jamuana, por lesão, Zé Kalanga, Asha, Love e Mantorras renderam, respectivamente, Manucho, David, Mateus e Flávio.

Com essas “mexidas”, depois do sofrimento e sufoco dos Syli Nacional, Angola voltou a respirar, muito por culpa da força e vivacidade de Love, autor de duas jogadas perigosas, e de Mantorras. Após assistência do ponta de lança do Benfica, o avançado do 1º de Agosto quase acertou ao alvo, aos 77, tendo repetido a falta de calma na hora da verdade aos 85 minutos.

Do lado oposto, a antiga estrela do futebol guineense, que se estreou no comando técnico tal como o luso ao serviço da equipa angolana, também efectuou alterações no seu onze inicial: Camara Kemo, Feindouno, Camara Ibrahima, Sylla Kanfory, Bangoura Sambeggoy e Bangoura Ismael foram substituídos, respectivamente, por Yattara Naby, Bangoura Ibrahima, Camara Mangue, Camara Buanga, Cisse Karamoko e Camara Mbaye.

Com as duas equipas conformadas com o resultado, os dois “bancos” cederam à criatividade individual dos seus jogadores. Tacticamente os angolanos começaram a desenhar o fio de jogo que poderá ser aperfeiçoado com rigor nos próximos desafios.

Para um treinador que se estreia sem o máximo conhecimento de seus futebolistas, como reconheceu reiteradamente Manuel José, o empate pode significar bom começo…

Ficha técnica

Sob arbitragem do português Hugo Miguel, Angola e Guiné Conacry empataram (0-0) domingo, no Estádio José Gomes, na Reboleira, arredores de Lisboa (Portugal), em desafio de preparação de ambas as selecções visando o CAN2010. Assistência: 3500 espectadores. As equipas:

ANGOLA – Lamá, Airosa (Jamuana), Jamba, Kaly, Chara, Gilberto, Mateus (Love), David (Asha), Flávio (Mantorras), Locó e Manucho Gonçalves (Zé Kalanga). Treinador: Manuel José (Portugal)

GUINÉ CONACRY – Camara Kemoko (Yattara Naby), Pascal Feindouno (Bangoura Ibrahima), Camara Ibrahima (Camara Mangue), Bah Dioule, Balde Bobo, Kamil Zayatte, Sylla Kanfory (Camara Buanga), Bangoura Ismael (Camara Mbaye), Bangoura Sambegoy (Cisse Karamoko), Camara Alseny, Mohamed Sacko.

 Advertência: cartões amarelos a Mohamed Sacko e Locó.

Estádio José Gomes (Lisboa)

Manuel José satisfeito com postura dos jogadores

O seleccionador nacional de futebol, Manuel José, mostrou-se satisfeito com a entrega e dedicação dos seus jogadores no encontro frente à Guiné Conacry, em partida amigável inserida na preparação dos Palancas Negras para o CAN2010.

De acordo com o técnico que falava em conferência após o jogo (0-0), a equipa superou ligeiramente as suas expectativas quanto ao trabalho realizado durante 10 dias de estágio, no Algarve e Lisboa.

Segundo Manuel José, o sector defensivo foi o que melhor se apresentou no desafio frente aos guineenses, porque reconhece tratar-se da zona mais vulnerável do “onze” angolano.

Acrescentou que Angola poderia ter ganho o jogo em face das oportunidades de golo criadas, mas o empate para começar serve e por isso está satisfeito. Promete que até Dezembro a equipa vai poder apresentar o perfil de jogo que pretende.

Treinador guineense considera justo empate

O técnico da selecção guineense de futebol, Titi Camara, afirmou que o resultado (0-0) frente a similar de Angola foi justo, reconhecendo que os Palancas Negras desperdiçaram mais oportunidades de golo e poderiam ter ganho.

Para o treinador dos Syli Nacional, designação da equipa de futebol da Guiné Conacry, o teste com os Palancas Negras foi positivo “porque é um adversário forte”, embora reconheça que o seu plantel “quebrou” fisicamente na segunda parte.

Realçou que o cansaço dos seus jogadores é resultado do fim da época dos mesmos, já que grande parte está em defeso.

Disse que a equipa não está a atravessar bom momento em função das derrotas sofridas diante do Burkina Faso e Côte d’Ivoire, nas eliminatórias de acesso às fases finais do Mundial e do CAN, a disputarem-se na África do Sul e em Angola, em 2010.

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Novo seleccionador dos Palancas estreia-se com empate

Com sinais visíveis de melhoria no conjunto angolano, o novo seleccionador dos “Palancas Negras”, Manuel José, estreou-se hoje, no Estádio José Gomes, na Reboleira (Lisboa), com empate a zero golo, frente à Guiné Conacry, em partida amigável na rota do CAN’2010, a disputar-se no país em Janeiro.

A equipa angolana entrou segura no jogo, sem o receio que tem sido habitual nos últimos cinco desafios particulares, mas essa postura durou apenas 15 minutos, já que depois disso os comandados do português Manuel José começaram a sentir dificuldades, sobretudo com cedência do meio campo para o adversário.

Com um esquema 3X5X2, os Palancas Negras dominaram o primeiro quarto de hora, altura em que Flávio Amado e o seu companheiro de ataque, Manucho Gonçalves poderiam ter inaugurado o marcador. Primeiro, aos seis minutos, o avançado do

Hull City da Inglaterra teve pouco discernimento no momento do remate, após assistência de Flávio. Nessa jogada, Manucho “ignorou” Flávio, que se encontrava em melhor posição para facturar, mas a sua decisão foi menos objectiva e atirou ao lado da baliza defendida Camara Kemoko.

Na resposta, os guineenses chegaram à área angolana mas sem perigo, ante a segurança do sector defensivo, onde Lamá, nos postes, e os centrais estiveram em evidência, anulando jogadas perigosas, produzidas principalmente por Pascal Feindouno. O empate prevaleceu até ao intervalo.

Na segunda parte, quer Manuel José quer o seu homólogo guineense Titi Camara apostaram na frescura fisica do esquema montado na etapa anterior. O lateral direito Marco Airosa deixou lugar para Manuel Jamuana, por lesão, Zé Kalanga, Asha, Love e Mantorras renderam, respectivamente, Manucho, David, Mateus e Flávio.

Com essas “mexidas”, depois do sofrimento e sufoco dos Syli Nacional, Angola voltou a respirar, muito por culpa da força e vivacidade de Love, autor de duas jogadas perigosas, e de Mantorras. Após assistência do ponta de lança do Benfica, o avançado do 1º de Agosto quase acertou ao alvo, aos 77, tendo repetido a falta de calma na hora da verdade aos 85 minutos.

Do lado oposto, a antiga estrela do futebol guineense, que se estreou no comando técnico tal como o luso ao serviço da equipa angolana, também efectuou alterações no seu onze inicial: Camara Kemo, Feindouno, Camara Ibrahima, Sylla Kanfory, Bangoura Sambeggoy e Bangoura Ismael foram substituídos, respectivamente, por Yattara Naby, Bangoura Ibrahima, Camara Mangue, Camara Buanga, Cisse Karamoko e Camara Mbaye.

Com as duas equipas conformadas com o resultado, os dois “bancos” cederam à criatividade individual dos seus jogadores. Tacticamente os angolanos começaram a desenhar o fio de jogo que poderá ser aperfeiçoado com rigor nos próximos desafios.

Para um treinador que se estreia sem o máximo conhecimento de seus futebolistas, como reconheceu reiteradamente Manuel José, o empate pode significar bom começo…

Ficha técnica

Sob arbitragem do português Hugo Miguel, Angola e Guiné Conacry empataram (0-0) domingo, no Estádio José Gomes, na Reboleira, arredores de Lisboa (Portugal), em desafio de preparação de ambas as selecções visando o CAN2010. Assistência: 3500 espectadores. As equipas:

ANGOLA – Lamá, Airosa (Jamuana), Jamba, Kaly, Chara, Gilberto, Mateus (Love), David (Asha), Flávio (Mantorras), Locó e Manucho Gonçalves (Zé Kalanga). Treinador: Manuel José (Portugal)

GUINÉ CONACRY – Camara Kemoko (Yattara Naby), Pascal Feindouno (Bangoura Ibrahima), Camara Ibrahima (Camara Mangue), Bah Dioule, Balde Bobo, Kamil Zayatte, Sylla Kanfory (Camara Buanga), Bangoura Ismael (Camara Mbaye), Bangoura Sambegoy (Cisse Karamoko), Camara Alseny, Mohamed Sacko.

 Advertência: cartões amarelos a Mohamed Sacko e Locó.

Estádio José Gomes (Lisboa)

Manuel José satisfeito com postura dos jogadores

O seleccionador nacional de futebol, Manuel José, mostrou-se satisfeito com a entrega e dedicação dos seus jogadores no encontro frente à Guiné Conacry, em partida amigável inserida na preparação dos Palancas Negras para o CAN2010.

De acordo com o técnico que falava em conferência após o jogo (0-0), a equipa superou ligeiramente as suas expectativas quanto ao trabalho realizado durante 10 dias de estágio, no Algarve e Lisboa.

Segundo Manuel José, o sector defensivo foi o que melhor se apresentou no desafio frente aos guineenses, porque reconhece tratar-se da zona mais vulnerável do “onze” angolano.

Acrescentou que Angola poderia ter ganho o jogo em face das oportunidades de golo criadas, mas o empate para começar serve e por isso está satisfeito. Promete que até Dezembro a equipa vai poder apresentar o perfil de jogo que pretende.

Treinador guineense considera justo empate

O técnico da selecção guineense de futebol, Titi Camara, afirmou que o resultado (0-0) frente a similar de Angola foi justo, reconhecendo que os Palancas Negras desperdiçaram mais oportunidades de golo e poderiam ter ganho.

Para o treinador dos Syli Nacional, designação da equipa de futebol da Guiné Conacry, o teste com os Palancas Negras foi positivo “porque é um adversário forte”, embora reconheça que o seu plantel “quebrou” fisicamente na segunda parte.

Realçou que o cansaço dos seus jogadores é resultado do fim da época dos mesmos, já que grande parte está em defeso.

Disse que a equipa não está a atravessar bom momento em função das derrotas sofridas diante do Burkina Faso e Côte d’Ivoire, nas eliminatórias de acesso às fases finais do Mundial e do CAN, a disputarem-se na África do Sul e em Angola, em 2010.

Classificação Pts J
1 1º de Agosto 11 5
2 Petro de Luanda 11 5
3 Rec. Libolo 10 4
4 Santos FC 10 5
5 Sagrada 8 5
6 Bravos do Maquis 8 5
7 ASA 8 5
8 Benf. Luanda 7 5
9 Kabuscorp 6 5
10 Progresso 6 5
11 Ac. Soyo 6 5
12 Recreativo da Caála 4 5
13 Interclube 3 4
14 At. Namibe 3 4
15 Nacional Benguela 2 5
16 Sp. Cabinda 0 4
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