Angola perde frente á Guiné Conacry no segundo amistoso
Nos minutos iniciais, as duas equipas optaram pelo estudo mútuo, disputando muito o jogo no meio campo. Angola, apesar do maior tempo de posse bola, criou a primeira situação de perigo, aos 13 minutos, após remate de Figueiredo. Os guineenses, por sua vez, chegaram pela primeira vez à baliza angolana aos 29 minutos, num remate do seu capitão, na cobrança de um livre, obrigando o guarda-redes Nuno a uma defesa incompleta. Depois, seguiu-se um período em que as duas formações optaram pelo contacto físico, obrigando o árbitro a parar, sucessivamente, o encontro.
Aos 39 minutos, a Guiné Conacry inaugurou o marcador na sequência de um pontapé de canto. O defesa central Baldé antecipou-se a Joel e cabeceou para o único golo da etapa inicial. Ainda na primeira parte (44 minutos), o seleccionador nacional Oliveira Gonçalves substituiu Flávio (autor de um dos golos diante da Cote D´Ivoire), por Love. Na segunda parte, Edson Nobre entrou para o lugar de Gilberto e Yamba Asha rendeu Delgado. Com estas mexidas, os Palancas demonstraram alguma falta de entrosamento e cederam o meio campo ao adversário.
A Guiné Conacry ampliou para 2-0 aos 66 minutos, numa jogada individual do seu avançado que bateu dois jogadores angolanos na velocidade e rematou cruzado. Angola ressentiu o segundo golo e entregou o jogo ao adversário que, motivado com a superioridade, procurou o terceiro, obtido aos 78 minutos numa falha da defesa angolana. O futebolista guineense passou por Locó, já na grande área, e rematou sem hipóteses para Nuno, fixando o resultado em 3-0.
Os Palancas Negras alinharam com Nuno, Locó, Joel, Kaly, Delgado, Dedé, Figueiredo, Gilberto, Zé Kalanga, Manucho Gonçalves e Flávio. Jogaram ainda Love, Edson Nobre, Yamba Asha, Tinto, Adão, Mendonça e Machado.
Nos minutos iniciais, as duas equipas optaram pelo estudo mútuo, disputando muito o jogo no meio campo. Angola, apesar do maior tempo de posse bola, criou a primeira situação de perigo, aos 13 minutos, após remate de Figueiredo. Os guineenses, por sua vez, chegaram pela primeira vez à baliza angolana aos 29 minutos, num remate do seu capitão, na cobrança de um livre, obrigando o guarda-redes Nuno a uma defesa incompleta. Depois, seguiu-se um período em que as duas formações optaram pelo contacto físico, obrigando o árbitro a parar, sucessivamente, o encontro.
Aos 39 minutos, a Guiné Conacry inaugurou o marcador na sequência de um pontapé de canto. O defesa central Baldé antecipou-se a Joel e cabeceou para o único golo da etapa inicial. Ainda na primeira parte (44 minutos), o seleccionador nacional Oliveira Gonçalves substituiu Flávio (autor de um dos golos diante da Cote D´Ivoire), por Love. Na segunda parte, Edson Nobre entrou para o lugar de Gilberto e Yamba Asha rendeu Delgado. Com estas mexidas, os Palancas demonstraram alguma falta de entrosamento e cederam o meio campo ao adversário.
A Guiné Conacry ampliou para 2-0 aos 66 minutos, numa jogada individual do seu avançado que bateu dois jogadores angolanos na velocidade e rematou cruzado. Angola ressentiu o segundo golo e entregou o jogo ao adversário que, motivado com a superioridade, procurou o terceiro, obtido aos 78 minutos numa falha da defesa angolana. O futebolista guineense passou por Locó, já na grande área, e rematou sem hipóteses para Nuno, fixando o resultado em 3-0.
Os Palancas Negras alinharam com Nuno, Locó, Joel, Kaly, Delgado, Dedé, Figueiredo, Gilberto, Zé Kalanga, Manucho Gonçalves e Flávio. Jogaram ainda Love, Edson Nobre, Yamba Asha, Tinto, Adão, Mendonça e Machado.










