Imprensa atribui factor sorte ao triunfo de Portugal
O desfecho do jogo entre Portugal e Angola (1-0), disputado em Colónia, para o grupo D do Mundial de futebol de Alemanha, constitui manchete na imprensa internacional. Jornais, rádios, televisão e agências de várias partes do globo coincidem nos seus trabalhos de que o triunfo de Portugal, fruto de um golo marcado ainda nos minutos iniciais da contenda, teve uma certa dose de sorte.
Indicam que, para além deste factor, valeu a experiência em provas do género da selecção tuga, pois soube gerir perfeitamente o resultado, ante um adversário que se agigantou após ter sofrido o golo. Jornalistas portugueses presentes no estádio disseram que faltou maturidade e destreza aos jogadores angolanos para no mínimo chegarem a igualdade, pois como afirmam, Portugal acusou a pressão do adversário e dado momento começou a praticar um futebol incaracterístico.
Reconhecem que no primeiro período a selecção portuguesa bem podia ter ampliado o resultado, mas salientam que os angolanos tiveram tudo a sua mercê para chegarem também ao golo, devido a um ataque avassalador na etapa complementar. Mostram-se mesmo algo cépticos quanto a prestação da selecção tuga nos próximos desafios, mas asseguram que Angola, pelo que demonstrou, tem condições para pontuar diante do México e Irão. Por outro lado, jornalistas mexicanos ficaram surpreendidos com a prestação dos angolanos e antevêem mesmo um desafio renhido frente ao seleccionado do seu país.
A imprensa alemã, particularmente a da cidade de Celle, onde os Palancas Negras estão baseados, refere nos seus comentários que se sentem agradecidos com o comportamento dos angolanos, pois como sublinharam "bateram-se como verdadeiros heróis mesmo sem estrelas como Luís Figo, Pauleta, Cristiano Ronaldo e outras".
De resto, muitos jornalistas que acompanharam o desafio acreditam que Angola pode ainda chegar a outra fase desde que tenha a mesma postura e concretize as oportunidades.
Indicam que, para além deste factor, valeu a experiência em provas do género da selecção tuga, pois soube gerir perfeitamente o resultado, ante um adversário que se agigantou após ter sofrido o golo. Jornalistas portugueses presentes no estádio disseram que faltou maturidade e destreza aos jogadores angolanos para no mínimo chegarem a igualdade, pois como afirmam, Portugal acusou a pressão do adversário e dado momento começou a praticar um futebol incaracterístico.
Reconhecem que no primeiro período a selecção portuguesa bem podia ter ampliado o resultado, mas salientam que os angolanos tiveram tudo a sua mercê para chegarem também ao golo, devido a um ataque avassalador na etapa complementar. Mostram-se mesmo algo cépticos quanto a prestação da selecção tuga nos próximos desafios, mas asseguram que Angola, pelo que demonstrou, tem condições para pontuar diante do México e Irão. Por outro lado, jornalistas mexicanos ficaram surpreendidos com a prestação dos angolanos e antevêem mesmo um desafio renhido frente ao seleccionado do seu país.
A imprensa alemã, particularmente a da cidade de Celle, onde os Palancas Negras estão baseados, refere nos seus comentários que se sentem agradecidos com o comportamento dos angolanos, pois como sublinharam "bateram-se como verdadeiros heróis mesmo sem estrelas como Luís Figo, Pauleta, Cristiano Ronaldo e outras".
De resto, muitos jornalistas que acompanharam o desafio acreditam que Angola pode ainda chegar a outra fase desde que tenha a mesma postura e concretize as oportunidades.
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Imprensa atribui factor sorte ao triunfo de Portugal O desfecho do jogo entre Portugal e Angola (1-0), disputado em Colónia, para o grupo D do Mundial de futebol de Alemanha, constitui manchete na imprensa internacional. Jornais, rádios, televisão e agências de várias partes do globo coincidem nos seus trabalhos de que o triunfo de Portugal, fruto de um golo marcado ainda nos minutos iniciais da contenda, teve uma certa dose de sorte.
Indicam que, para além deste factor, valeu a experiência em provas do género da selecção tuga, pois soube gerir perfeitamente o resultado, ante um adversário que se agigantou após ter sofrido o golo. Jornalistas portugueses presentes no estádio disseram que faltou maturidade e destreza aos jogadores angolanos para no mínimo chegarem a igualdade, pois como afirmam, Portugal acusou a pressão do adversário e dado momento começou a praticar um futebol incaracterístico.
Reconhecem que no primeiro período a selecção portuguesa bem podia ter ampliado o resultado, mas salientam que os angolanos tiveram tudo a sua mercê para chegarem também ao golo, devido a um ataque avassalador na etapa complementar. Mostram-se mesmo algo cépticos quanto a prestação da selecção tuga nos próximos desafios, mas asseguram que Angola, pelo que demonstrou, tem condições para pontuar diante do México e Irão. Por outro lado, jornalistas mexicanos ficaram surpreendidos com a prestação dos angolanos e antevêem mesmo um desafio renhido frente ao seleccionado do seu país.
A imprensa alemã, particularmente a da cidade de Celle, onde os Palancas Negras estão baseados, refere nos seus comentários que se sentem agradecidos com o comportamento dos angolanos, pois como sublinharam "bateram-se como verdadeiros heróis mesmo sem estrelas como Luís Figo, Pauleta, Cristiano Ronaldo e outras".
De resto, muitos jornalistas que acompanharam o desafio acreditam que Angola pode ainda chegar a outra fase desde que tenha a mesma postura e concretize as oportunidades.
Indicam que, para além deste factor, valeu a experiência em provas do género da selecção tuga, pois soube gerir perfeitamente o resultado, ante um adversário que se agigantou após ter sofrido o golo. Jornalistas portugueses presentes no estádio disseram que faltou maturidade e destreza aos jogadores angolanos para no mínimo chegarem a igualdade, pois como afirmam, Portugal acusou a pressão do adversário e dado momento começou a praticar um futebol incaracterístico.
Reconhecem que no primeiro período a selecção portuguesa bem podia ter ampliado o resultado, mas salientam que os angolanos tiveram tudo a sua mercê para chegarem também ao golo, devido a um ataque avassalador na etapa complementar. Mostram-se mesmo algo cépticos quanto a prestação da selecção tuga nos próximos desafios, mas asseguram que Angola, pelo que demonstrou, tem condições para pontuar diante do México e Irão. Por outro lado, jornalistas mexicanos ficaram surpreendidos com a prestação dos angolanos e antevêem mesmo um desafio renhido frente ao seleccionado do seu país.
A imprensa alemã, particularmente a da cidade de Celle, onde os Palancas Negras estão baseados, refere nos seus comentários que se sentem agradecidos com o comportamento dos angolanos, pois como sublinharam "bateram-se como verdadeiros heróis mesmo sem estrelas como Luís Figo, Pauleta, Cristiano Ronaldo e outras".
De resto, muitos jornalistas que acompanharam o desafio acreditam que Angola pode ainda chegar a outra fase desde que tenha a mesma postura e concretize as oportunidades.










