Dez mil angolanos assistem estreia dos Palancas
Dez mil angolanos, provenientes de Angola, Alemanha, França, Suíça, Bélgica, Holanda e Portugal, testemunharam no estádio de Colónia, o encontro entre Angola e Portugal (0-1), pontuável para a primeira jornada do Grupo D do Mundial de futebol. Num ambiente em que as cores preta, verde, amarela e vermelha foram o realce, pois são as predominantes nos equipamentos das selecções de Angola e de Portugal, a euforia não suplantou o "fair-play" dos adeptos de ambas as equipas, dado que, além da vontade de cada parte em querer ganhar pontos nesta primeira fase, venceram todos quantos presenciaram bom jogo de futebol e que esteve ao nível da competição.Quem esperava que Portugal "cilindrasse" Angola enganou-se, pois o que aconteceu foi mesmo, apesar da derrota dos Palancas Negras, um futebol equilibrado, ovacionado, por mais de 40 mil espectadores que acorreram ao Estádio de Colónia, desde o primeiro minuto até ao apito final.
O número, de longe superior, dos apoiantes "tugas" não intimidou os poucos, porém bons, que a cada lance dos Palancas ensurdeciam com batuques, apitos, gritos e sempre com as bandeiras do país agitadas no majestoso estádio. Angola e Portugal, em uníssono, eram os gritos que ecoavam das bancadas cujo colorido contrastava com imensas e infinitas ondas humanas criadas pelo movimento de levantar e sentar das pessoas em todo o estádio.
Apesar da derrota ditada por uma jogada, aparentemente, inofensiva, logo no início da partida, o orgulho dos angolanos não foi questionado, a crer nos elogios atribuídos, por muitos interlocutores, no fim do desafio pela postura do combinado nacional em campo e, sobretudo, a simpatia e a força dos adeptos que estão apoiar os Palancas Negras em terras germânicas.
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Dez mil angolanos assistem estreia dos Palancas
Dez mil angolanos, provenientes de Angola, Alemanha, França, Suíça, Bélgica, Holanda e Portugal, testemunharam no estádio de Colónia, o encontro entre Angola e Portugal (0-1), pontuável para a primeira jornada do Grupo D do Mundial de futebol. Num ambiente em que as cores preta, verde, amarela e vermelha foram o realce, pois são as predominantes nos equipamentos das selecções de Angola e de Portugal, a euforia não suplantou o "fair-play" dos adeptos de ambas as equipas, dado que, além da vontade de cada parte em querer ganhar pontos nesta primeira fase, venceram todos quantos presenciaram bom jogo de futebol e que esteve ao nível da competição.
Quem esperava que Portugal "cilindrasse" Angola enganou-se, pois o que aconteceu foi mesmo, apesar da derrota dos Palancas Negras, um futebol equilibrado, ovacionado, por mais de 40 mil espectadores que acorreram ao Estádio de Colónia, desde o primeiro minuto até ao apito final.
O número, de longe superior, dos apoiantes "tugas" não intimidou os poucos, porém bons, que a cada lance dos Palancas ensurdeciam com batuques, apitos, gritos e sempre com as bandeiras do país agitadas no majestoso estádio. Angola e Portugal, em uníssono, eram os gritos que ecoavam das bancadas cujo colorido contrastava com imensas e infinitas ondas humanas criadas pelo movimento de levantar e sentar das pessoas em todo o estádio.
Apesar da derrota ditada por uma jogada, aparentemente, inofensiva, logo no início da partida, o orgulho dos angolanos não foi questionado, a crer nos elogios atribuídos, por muitos interlocutores, no fim do desafio pela postura do combinado nacional em campo e, sobretudo, a simpatia e a força dos adeptos que estão apoiar os Palancas Negras em terras germânicas.
Dez mil angolanos, provenientes de Angola, Alemanha, França, Suíça, Bélgica, Holanda e Portugal, testemunharam no estádio de Colónia, o encontro entre Angola e Portugal (0-1), pontuável para a primeira jornada do Grupo D do Mundial de futebol. Num ambiente em que as cores preta, verde, amarela e vermelha foram o realce, pois são as predominantes nos equipamentos das selecções de Angola e de Portugal, a euforia não suplantou o "fair-play" dos adeptos de ambas as equipas, dado que, além da vontade de cada parte em querer ganhar pontos nesta primeira fase, venceram todos quantos presenciaram bom jogo de futebol e que esteve ao nível da competição.Quem esperava que Portugal "cilindrasse" Angola enganou-se, pois o que aconteceu foi mesmo, apesar da derrota dos Palancas Negras, um futebol equilibrado, ovacionado, por mais de 40 mil espectadores que acorreram ao Estádio de Colónia, desde o primeiro minuto até ao apito final.
O número, de longe superior, dos apoiantes "tugas" não intimidou os poucos, porém bons, que a cada lance dos Palancas ensurdeciam com batuques, apitos, gritos e sempre com as bandeiras do país agitadas no majestoso estádio. Angola e Portugal, em uníssono, eram os gritos que ecoavam das bancadas cujo colorido contrastava com imensas e infinitas ondas humanas criadas pelo movimento de levantar e sentar das pessoas em todo o estádio.
Apesar da derrota ditada por uma jogada, aparentemente, inofensiva, logo no início da partida, o orgulho dos angolanos não foi questionado, a crer nos elogios atribuídos, por muitos interlocutores, no fim do desafio pela postura do combinado nacional em campo e, sobretudo, a simpatia e a força dos adeptos que estão apoiar os Palancas Negras em terras germânicas.










